domingo, 24 de novembro de 2013

3ª Mostra de Artes Visuais FAAT revela de forma poética as sínteses individuais


3ª Mostra de Artes Visuais FAAT revela de forma poética as sínteses individuais

Por: Marta Alvim - Assessora de Imprensa FAAT - Faculdades
A arte e a cultura são essenciais para o desenvolvimento humano, portanto, alicerces da Educação. Nesse sentido a FAAT tem a honra de apresentar o resultado da produção 2013 dos alunos do curso de Artes Visuais. A exposição será inaugurada na próxima sexta-feira, dia 29 de novembro.

Serão apresentados trabalhos artísticos em diversos suportes e técnicas, entre eles, esculturas, desenhos, grafites, pinturas, instalações, videoarte, maquetes e pranchas táteis e objetos tridimensionais.
A produção dos alunos do 1º, 2º e 3º anos revela de forma poética as sínteses individuais, resultado de uma aprendizagem que estimula o exercício da expressividade.
Em sua terceira edição, a mostra do curso de Artes Visuais da FAAT vem se firmando no calendário de eventos de Atibaia e região pela criatividade e beleza dos trabalhos apresentados e principalmente pela proposta do curso, que é revelar as potencialidades artísticas e educacionais dos acadêmicos.
A mostra ficará aberta à visitação de 29 de novembro a 6 de dezembro. Local: Rua Benedita Leite, nº6 - Centro – Atibaia (travessa da Rua José Lucas). Entrada gratuita. Mais informações: (11) 4414 4140.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Artistas visuais com atuação em SC participam de feira em São Paulo

Artistas visuais com atuação em SC participam de feira em São Paulo

Esta é a primeira vez que um escritório de Florianópolis é selecionado pela PARTE

Artistas visuais com atuação em SC participam de feira em São Paulo Silvia Carvalho/Reprodução
Silvia de Carvalho está entre os 11 artistas atuantes em SC que terão trabalhos na feiraFoto: Silvia Carvalho / Reprodução
Pela primeira vez um escritório de arte de Florianópolis vai a uma grande feira de arte contemporânea em São Paulo, levando pelo menos 11 artistas com atuação em Santa Catarina na bagagem. Para quem está longe, a 3ª edição da Parte, que começa na quinta-feira, dá a chance de ver, conhecer e comprar parte das obras pelo sitenailonwall.com.
– Esta edição vem com uma proposta nova, de que a arte seja mais acessível. A ideia é incentivar novos colecionadores, formar público para a arte contemporânea e mostrar o trabalho dos jovens ou dos que não tiveram a oportunidade de entrar no mercado de São Paulo - destaca a galerista Myrine Vlavianos, que também representará artistas de outros Estados na feira.
De acordo com Myrine, ao contrário das bienais de arte - que expõem um recorte de obras escolhidas pelos curadores -, o evento irá concentrar uma amostra mais democrática da produção atual, principalmente a brasileira. A inscrição dos participantes não é feita individualmente pelos artistas, mas pelas galerias que os representam. Esse ano são 37 escritórios, sendo quatro deles de fora do Brasil.
Para Cassia Aresta, que tem 22 anos de experiência na arte, é importante o artista contar com um profissional para inserir e divulgar seu trabalho no mercado.
– Na minha concepção o artista tem que ficar no ateliê criando, e o marchand deve fazer o resto do trabalho. Então é muito importante ter um escritório. Essas feiras têm o poder de agregar muitos trabalhos num mesmo espaço. É interessante para o curador, para o marchand, para o artista e para o público em geral que está se iniciando no processo de escolher uma linguagem - afirma.
No site nailonwall.com, várias das obras que serão expostas na Parte podem ser adquiridas por colecionadores. Por enquanto os preços vão de R$ 150 a R$ 100 mil - valor de uma pintura de Iberê Camargo.

Saiba maisFeira de arte contemporânea Parte
Abertura nesta quarta-feira para convidados; visitação de quinta-feira a domingo no Paço das Artes - Subsolo (USP / São Paulo)
Entrada franca. Mais informações e programação completa em www.feiraparte.com.br

Confira os 11 artistas de SC que estarão na 3ª edição da Parte:
Letícia Cardoso nasceu em Criciúma e formou-se em Artes pela Udesc em Florianópolis, onde reside. É mestre em Poéticas Visuais pela UFRGS.
Características da obra: a série 3 pontas é uma performance realizada com um vestido de três saias, cada uma com 10 metros de diâmetro. A cada repetição da performance, novas formas pictóricas são capturadas pelas fotografias que registram o movimento de manipulação do vestido pelas bailarinas.

Fotografia da série 3 pontas, de Letícia Cardoso

João Aires é natural de Porto (Portugal) e mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia, mudou-se para Florianópolis neste ano.
Características da obra: o projeto em andamento Ashes and Roads trabalha a estrada como via de comunicação, local de passagem e de encontro; símbolo do progresso e dos trajetos que começam ou terminam. Neste sentido as cinzas (ashes) se referem às coisas que, por não caberem na mala, são queimadas pelo artista.
Juliana Hoffmann: nascida em Concórdia, a artista vive e trabalha em Florianópolis.
Características da obra: há algum tempo Juliana passou a inserir a fotografia em sua obra, misturando-a à colagem e pintura. Nesta série com chapas de acrílico, aproveitou a transparência do material para alcançar um resultado mais sutil e harmonioso, onde o olhar passeia por várias camadas.
 
Diferentes Rumos, de Juliana Hoffmann
Paulo Greuel nasceu em Curitiba em 1951. Vive e trabalha entre Düsseldorf (Alemanha) e Florianópolis.
Características da obra: fotógrafo autodidata, considera que fotografar está muito ligado ao prazer. Sua obra é marcada pelo estranhamento que desloca a percepção da realidade. Ele cultiva um prazer alegre pelo virtual e intensifica a expressividade estética levando tudo, com cores vibrantes, para o supra-artificial.
Rodrigo Cunha nasceu em Florianópolis em 1976. Graduou-se em Artes Plásticas pela Udesc, na Capital, onde reside.
Características da obra: o artista trabalha com óleo sobre tela na representação da figura humana, tendo como grandes influências Rembrandt, Velazquez e Lucian Freud. Em suas telas, procura captar os aspectos psicológicos da figura retratada, com atenção especial sobre os movimentos das expressões faciais.
 
Dirce Körbes nasceu em Santa Catarina em 1962. É formada e pós-graduada em Artes Plásticas pela Udesc, em Florianópolis, onde reside.
Características da obra: a artista usa em suas telas mais recentes, da série Paisagens Urbanas, a sobreposição de imagens em pintura e serigrafia para criar paisagens de luz e sombra. Suas obras convidam a refletir sobre a urbanização caótica, inspiradas nas grandes cidades e suas atmosferas.
Silvana Leal nasceu na cidade de Itajaí em 1971. Hoje ela vive e trabalha em Florianópolis. Artista multimídia, transita entre a poesia, a fotografia, o vídeo e a performance.
Características da obra: a série Mapas foi realizada em 2010, na Ilha de Santa Catarina, e é resultado de um diálogo com o artista gaúcho Antonio Augusto Bueno. A ideia do trabalho é buscar as linhas, texturas e cores do desenho e da pintura de Antônio na natureza do lugar onde Silvana mora. As fotografias são impressas em papel fine art, que confere um sentido de desenho e até mesmo de gravura às imagens.
Cassia Aresta é natural de Florianópolis. Realizou, entre outras, a mostra individual Código do Olhar (Mococa, SP) e participou de coletiva no Rochester Centro de Arte Contemporânea em Nova York, ambas em 2012.
Características da obra: linguagem construtiva e estruturas geométricas. Os conceitos de tempo e espaço são explorados na interação de planos, linhas, superfície e cor. Presença recorrente do branco e do preto como oposição conceitual e predomínio da forma, levando a tela a se tornar objeto.
Silvia Carvalho nasceu em São Paulo em 1970. Vive e trabalha em Florianópolis desde 1990. É formada em Artes Plásticas pela Udesc.
Características da obra: o tema da pesquisa da artista é a figura humana e seus desdobramentos. Para isso, utiliza imagens que fotografa da TV e de pessoas no cotidiano. Após o estudo do desenho, a composição é criada e a pintura começa. A figura solitária em um espaço vazio é uma constante em seus trabalhos.
Paulo Govêa é natural de São Paulo e começou a pintar em 1992, com influência da street art. É conhecido por suas intervenções nas ruas de Florianópolis, onde vive e trabalha.
Características da obra: a série de fotografias Perspectivas, Valores e Pontos de Vista surgiu durante uma exposição do artista em Barcelona (Espanha), quando conversando com amigos brasileiros se deu conta dos diferentes valores priorizados por cada um. Desde então, sempre que viaja leva consigo uma escultura e a fotografa, fazendo uma alusão às diferentes formas de ver e perceber algo.
Rubens Oestroem nasceu em Blumenau em 1953. Vive e trabalha em Florianópolis. Mestre em Pintura pela Escola Superior de Artes de Berlim.
Características da obra: a atual produção de Rubens Oestroem tem como tema Construção Proibida. É uma série em tela que pesquisa diferentes materiais no acrílico. Na proporção de tamanho médio, essas pinturas compõem uma distorção de perspectiva, e é o olho do espectador que tem de reconstruir a casa, criando assim sua própria imagem.

Artista plástico Berg faz exposição com obras surrealistas

Artista plástico Berg faz exposição com obras surrealistasMostra começa nesta quinta-feira e tem 26 obras, produzidas durante dois anos

Isabelle Barros - Especial para o Diario
Publicação: 21/11/2013 06:00 Atualização: 21/11/2013 13:37

Berg mostra telas surrealistas em sua primeira exposição. Crédito: Galeria Arte Maior/Divulgação
Berg mostra telas surrealistas em sua primeira exposição. Crédito: Galeria Arte Maior/Divulgação
A arte surrealista é a maior inspiração do artista plástico Berg, que faz sua primeira exposição individual nesta quinta-feira (21), às 19h, na Galeria Arte Maior. São 26 obras, produzidas durante dois anos pelo artista, natural do Cabo de Santo Agostinho. Dezoito delas já foram vendidas. “Minha arte enfatiza o homem que imagina, busca o conhecimento, a liberdade. Há sempre livros em meus quadros e também máscaras e formas humanas em madeira”, afirma.

Confira o roteiro de exposições em cartaz no Divirta-se

Os primeiros contatos com a pintura vieram com o irmão Wagner Alexandre, também artista plástico. Estudou com o mestre Santana e participou de coletivas na Casa da Cultura (1999), Câmara de Vereadores do Cabo (2001) e Unicap (2003). Berg foi “descoberto” por Sérgio Oliveira, marchand da Galeria Arte Maior, em 2011, quando decidiu participar do Anuário Pernambucano de Arte 2012.

Poesias em guardanapo viram livro

Poesias em guardanapo viram livroAutor da página "Eu me chamo Antônio", febre na internet com cerca de 385 mil seguidores, lança obra com poesias e desenhos inéditos feitos no papel

Pedro da Hora - Diario de Pernambuco
Publicação: 21/11/2013 10:25 Atualização:

 (Foto: Naiara Fouraux/Divulgação)

O sucesso na internet, com cerca de 385 mil curtidas na página do Facebook levou os desenhos e as palavras de Eu me chamo Antônio às estantes das livrarias. Algumas das obras rabiscadas em folhas de guardanapo foram reunidas e dão corpo ao livro homônimo lançado nacionalmente nesta quinta-feira (21). As 192 páginas da publicação trazem cerca de 100 peças, 90% delas inéditas.

Eu me chamo Antônio surgiu em outubro do ano passado, quando  o artista visual Pedro Antônio Gabriel Anhorn, 29 anos, resolveu publicar na internet fotos de poemas “desenhados” por ele em guardanapos. “Eu estava voltando para casa depois de um dia cansativo de trabalho. Resolvi tomar um chope em um restaurante no Rio de Janeiro, e, enquanto esperava o meu pedido, comecei a rabiscar no guardanapo com uma caneta hidrográfica. Depois de umas semanas, acabei juntando bastante material”, conta o autor.

Da web para o livro foi um salto impulsionado pelo rápido crescimento da página em um curto espaço de tempo. A visibilidade virtual chamou a atenção da editora Intrínseca. “Lívia de Almeida, que foi minha editora no meu antigo emprego e atualmente trabalha na Intrínseca, apresentou meu trabalho para o dono da editora, ele se interessou e decidiu apostar na ideia”, diz.

A publicação é o primeiro título nacional de arte da editora e traz duas formas distintas para ser acompanhada. Na primeira, a leitura pode ser feita aleatoriamente e cada guardanapo representa uma história própria. A segunda narra um romance que tem como enredo as aventuras amorosas e boêmias de Antônio.

A maioria dos versos feitos por Pedro Gabriel tem como pano de fundo os relacionamentos amorosos. Os desenhos e as letras foram a maneira de exteriorizar os sentimentos. “É a minha arte. Se tivesse que resumir em uma frase o que é Eu me chamo Antônio, diria que é a beleza do espontâneo eternizada numa plataforma descartável (o guardanapo)”.

Entrevista >> Antônio
“Antônio era o nome esquecido na identidade”

Por que o título Eu me chamo Antônio e assinar o livro como Pedro Gabriel?
Antônio era o nome esquecido da minha identidade. Eu nunca o usava para me identificar. Da mesma forma que a minha arte dá valor ao descartável, acho que Antônio foi uma forma que encontrei para valorizar o esquecido. Passou a ser o personagem de um romance que está sendo escrito, vivido. É para ele que canalizo as minhas dores, os meus amores, as minhas aflições, os meus sorrisos. Assino Pedro Gabriel porque é o nome que todos os meus amigos e familiares conhecem. É o nome pelo qual gosto de ser chamado.

O que o público que acompanha o projeto pela internet pode esperar do livro?
Um novo encantamento! Acredito que, quanto mais formas você cria de chegar até as pessoas, mais formas você tem de encantá-las. Alguns são mais sensíveis ao livro impresso, outros preferem um quadro, outros se emocionam com uma frase numa tela de um computador. O livro, além de criar uma relação mais próxima com os leitores que já acompanham a minha arte pela internet, vai também alcançar pessoas que não têm acesso ou costume de usar as mídias sociais. O leitor pode ter certeza de que terá em mãos um verdadeiro livro de arte, com 90% de material inédito em uma edição caprichada.

Conheço muitas pessoas aqui do Recife que curtem a página Eu me chamo Antônio no Facebook. Você conhece a cidade?
Não conheço a cidade pessoalmente, mas recebo todos os dias muitas mensagens calorosas do Recife. Aliás, sou fã do Pó de Lua (www.podelua.com.br) trabalho autoral da queridíssima Clarice Freire, daí do Recife. Ainda não tenho data para visitar a cidade, mas sem dúvida é uma vontade minha.

Tradições populares ganham vida na galeria de artes visuais a céu aberto


Tradições populares ganham vida na galeria de artes visuais a céu aberto


Guerreiros multicoloridos, rodopiar de saias de baianas e negas da costa, segredos sob o véu do Mané do rosário, explosão de cores e ditos populares na la ursa e até o som dos pífanos parecem brotar em meio a uma das principais vias urbanas de Maceió. O corredor viário que liga os bairros de Jaraguá e Pajuçara constitui a única galeria a céu aberto da cidade, um verdadeiro presente paramoradores e visitantes, fruto da parceria entre a Prefeitura de Maceió e 13 talentosos artistas visuais, que concluem hoje (30) a ocupação artística do local.
Foram mais de 10 dias de trabalho desde o início da revitalização da galeria até hoje, quando os artistas Persivaldo Figueroa, Achiles Escobar, Rosivaldo Reis, Levy Paz, Mirna Maracajá, Sandra Neves, Emerson Magalhães, Adriana Jardim, Pedro Lucena, Herbert Loureiro, Edmilson Oliveira e Izael Gomes devem concluir os trabalhos na Galeria de Artes Visuais a Céu Aberto.
A curadora da ação, Marta Arruda, também é artista visual e responsável pelo projeto Alagoas Presente. Foi ela que há cerca de 15 anos deu início a primeira versão da galeria com uma ação coletiva intitulada Arte na Rua. Desde então, uma segunda edição foi apoiada pela Prefeitura de Maceió no ano de 2007, quando o tema de inspiração para os artistas foi a Cultura Afrobrasileira.
“Passados seis anos desde a última intervenção, acreditamos que era mesmo hora de renovar e dar novas oportunidades de manifestação aos artistas”, afirma.
Para Marta Arruda a galeria a céu aberto é mais que uma vitrine para os artistas locais, é uma ação de democratização do acesso às artes visuais. “Durante esses dias de trabalho temos recebido retorno dos mais diversos públicos. As pessoas passam de carro e gritam elogios, outros passam caminhando, ou de bicicleta e também demonstram gostar do que vêem”, diz.
A ação da Prefeitura, capitaneada pela Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), está afinada com a política cultural do município, que dentre outras metas, visa garantir o acesso de todos à cultura. Segundo o presidente da FMAC, Vinicius Palmeira, manter uma galeria de artes visuais a céu aberto proporciona muito mais que o embelezamento da cidade.
“Estamos educando e sensibilizando o olhar da nossa gente para as artes visuais e ao mesmo tempo eternizando nossas tradições populares que aparecem retratadas nas obras”, explica. 

Mãe cria pratos supercriativos para seus filhos e fica famosa na internet

Mãe cria pratos supercriativos para seus filhos e fica famosa na internet

Qualquer pessoa que cuida de crianças sabe o quão difícil pode ser fazer com que comam direito. Quando Samantha Lee resolveu brincar com os pratos de seus filhos, não tinha ideia de que também se tornaria famosa na internet.
Lee, que mora na Malásia, começou a criar histórias inspiradas em personagens pops em 2008, quando estava grávida de sua segunda filha, a fim de fazer com que seus filhos comessem de tudo um pouco.
Conforme seu considerável talento se desenvolvia, ela se viu com mais de 310.000 seguidores no Instagram, onde posta seus projetos. Ainda mais impressionante é o fato de que ela é totalmente autodidata – nunca fez cursos de culinária, e conta apenas com programas de TV e sua própria imaginação para inventar esses designs incríveis.
Ela diz que, embora seus filhos amem os desenhos criativos, eles não têm nenhum problema em comê-los. Em vez disso, gostam de inventar histórias sobre a comida enquanto se deliciam. [BoredPanda]
creative-bento-food-designs-samantha-lee-1
creative-bento-food-designs-samantha-lee-4
creative-bento-food-designs-samantha-lee-5
creative-bento-food-designs-samantha-lee-9
creative-bento-food-designs-samantha-lee-11
creative-bento-food-designs-samantha-lee-13
creative-bento-food-designs-samantha-lee-18
creative-bento-food-designs-samantha-lee-19
creative-bento-food-designs-samantha-lee-20
creative-bento-food-designs-samantha-lee-21
creative-bento-food-designs-samantha-lee-23
creative-bento-food-designs-samantha-lee-24
creative-bento-food-designs-samantha-lee-25

A maior e mais impressionante obra-prima esculpida em madeira

A maior e mais impressionante obra-prima esculpida em madeira

A China tem uma longa tradição de escultura em madeira. Durante séculos, mestres transformaram pedaços de madeira em obras de arte inspiradoras, mas nenhuma é tão impressionante quanto a criação de Zheng Chunhui.
Este talentoso artista passou os últimos quatro anos meticulosamente esculpindo uma réplica de “Along the River during the Qingming Festival” (em português, algo como “Ao longo do rio durante o Festival Qingming”), uma famosa pintura tradicional chinesa de Zhang Zeduan, que tem quase 1.000 anos de idade e retrata a vida de ambos ricos e pobres durante o Festival Qingming, em um tronco de árvore de 12 metros de comprimento. A escultura apresenta edifícios, árvores, montanhas, rios, barcos, pontes, nuvens, e até 550 pessoas diferentes, tudo esculpido à mão.
A beleza e detalhe do seu trabalho são de tirar o fôlego. Zheng precisou de muita paciência para completar a sua obra-prima, mas valeu a pena. Além do louvor de todos que botam os olhos na peça, o artista chinês também foi homenageado pelo Guinness Book of Records com o novo recorde mundial para a mais longa escultura em um único pedaço de madeira. Ela mede 12,286 metros de comprimento, 3,075 metros de altura e 2,401 metros de largura. [OddityCentral,BoredPanda]
longest-wood-carving2-550x365
longest-wood-carving3-550x365
longest-wood-carving4-550x365
longest-wood-carving5-550x365
longest-wood-carving6-550x701