segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Homem que viaja o mundo com mala de livros palestra na Uniarte

Homem que viaja o mundo com mala de livros palestra na Uniarte

O promotor de leitura, Maurício Leite, conhecido como ‘O homem da mala azul’, foi uma das atrações da semana de Artes Visuais da UNIGRAN, a Uniarte. Ele ministrou a palestra “Mala de Leitura – Uma viagem ao mundo dos livros” para professores, educadores e acadêmicos.
Durante sua participação na Uniarte, Maurício Leite, contou diversas histórias e falou de seu trabalho – Foto: Decom
Durante sua participação na Uniarte, Maurício Leite, contou diversas histórias e falou de seu trabalho – Foto: Decom
Maurício é sul-mato-grossense e já viajou pela África, Europa e Estados Unidos levando uma mala azul com diversos livros com temas infantis. O arte-educador e também diretor teatral cursou o magistério, foi nesse período que começou a trabalhar a leitura. “Aprendi a alfabetizar e sempre gostei de ter livros por perto nesse processo de alfabetização. E esse projeto foi surgindo. Eu já gostava de ler, então acho que só fiz isso virar profissão”.
“O homem da mala azul” brinca dizendo que é um preguiçoso, pois apenas lê as histórias que já estão prontas. “Dá uma ideia que contou, mas na verdade ela foi lida. Eu mostro o livro, mostro a editora, mostro autor que é exatamente a ideia, a preocupação com a formação intelectual da criança. Quero que ela conheça os escritores infantis e os clássicos da literatura”, afirma. Sendo ou não preguiça Maurício tem contagiado crianças do mundo inteiro com suas leituras.
Leite considera importante o incentivo a leitura, mas ele vai além. “Não é apenas porque vai ter conhecimento, porque vai falar melhor ou que você vai escrever melhor. É porque através da leitura você vai conhecer mais as emoções humanas. Os livros falam de tristeza, de alegria, de saudade, de perda, enfim, eu acho que esse é o aspecto mais importante da leitura. É através da história daquele personagem que você tanto amava, no meio da história ela morre e você vai experimentar uma sensação de perda. Acho que a leitura é importante por isso, para te permitir experimentar essas emoções, esse que eu acho que é o grande legado da leitura”, destaca.
A palestra foi didática, o que chamou bastante a atenção do público, principalmente dos educadores como a coordenadora do curso de Pedagogia da UNIGRAN, Elizabete Velter Borges. “A intervenção do professor ressaltou a relevância de fazer um planejamento para trabalhar a leitura. Em um momento de sua palestra, ele argumentou: “quando tenho que estar com vocês, passo o dia planejando, lendo os meus livros e revendo e organizando os materiais”.  Esta fala foi relevante para mostrar aos alunos que a criança irá se interessar pela aula ou mesmo pelo momento da leitura se sentir que o professor está preparado. Por isso, que a leitura deve e precisa ser planejada, pensada, estudada! Deve ser um momento de atividade devidamente organizado pelo professor”.
A coordenadora ainda ressalta, “a contribuição do professor Mauricio nas atividades de leituras, utilizando materiais diversos, planejamento e profissionalismo, favorece na aprendizagem da criança considerando que a linguagem literária também dá lugar ao debate de ideias, costumes, crenças, possibilitando, deste modo, uma reflexão pela palavra”.
O próprio Maurício Leite revela que acha difícil trabalhar com adultos, sua especialidade são as crianças, é com elas que ele aprende. Mas passar para outras pessoas um pouco de sua atividade é importante. “Realizo essa palestra para que educadores e acadêmicos vejam nesse trabalho uma possibilidade de elas também fazerem isso na carreira delas, de trabalharem com livro e com a leitura. Vitória, vitória, acabou a história”, encerra o homem da mala azul.
A 29ª Uniarte chega hoje no seu último dia, mas as atrações ainda acontecem até no período da noite. Às 9h e às 15h haverá, no pátio da UNIGRAN, o espetáculo “A ideia que muda o mundo” com a direção geral de Carla Ávila e José Parente. No período da noite a partir das 19h30 acontece o “Encontro com o artista”, um bate-papo com o artista plástico sul-mato-grossense Jonir Figueiredo que irá falar sobre sua carreira e sua temporada recente na Alemanha. O encontro será no anfiteatro do bloco I da Instituição.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Galeria de Arte do BDMG abre exposição de Binho Barreto

 

Galeria de Arte do BDMG abre exposição de Binho Barreto

Espaço no Bairro de Lourdes receberá desenhos e fotografias do artista até dezembro

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Estado de MinasPublicação:06/11/2013 08:20Atualização:06/11/2013 08:36
 (BDMG Cultural/divulgação
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  Binho Barreto lança mão de grafite, acrílica e nanquim para as pesquisas em desenho efotografia apresentadas na exposição 'Nado raso'. A abertura da mostra está marcada para esta quarta, às 19h, na Galeria de Arte do BDMG Cultural.

Graduado pela Escola Guignard e professor de tecnologias digitais, o autor apresentapersonagens imaginários em seus 20 trabalhos, com destaque para figuras femininas. Em meio a contornos rudes ou delicados, o equilíbrio cromático se destaca. 

NADO RASO
Desenho e fotografia. Galeria de Arte do BDMG Cultural. Rua Bernardo Guimarães, 1.600, Lourdes, (31) 3219-8691. Diariamente, das 10h às 18h. Desta quinta a 1º de dezembro, a mostra estará aberta para o público.
 
O mundo das cores »

Biblioteca Pública abre exposição de Eduardo Flores

Artista plástico acredita que uma obra é capaz de construir o imaginário do espectador. Mostra vai até o dia 29 de novembro

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Estado de MinasPublicação:05/11/2013 10:33Atualização:05/11/2013 10:41
 (Eduardo Flores/divulgação)
'Abstrato' é o nome da exposição que o artista plástico Eduardo Flores vai apresentar até o dia 29 na Galeria Paulo Campos Guimarães, na Biblioteca Pública Estadual.

Formado pela Escola de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais, o pintor explora o diálogo entre cor e linha, destacando roxos, laranjas e verdes. Usando manchas e borrões, ele constrói seu universo cromático.

Na opinião de Eduardo, a obra de arte não deve se resumir a seu título, pois ela se constrói a partir da imaginação do espectador – processo permanente, aberto a novas descobertas.

ABSTRATO
Pintura. Obras de Eduardo Flores. Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. Praça da Liberdade, 21, Funcionários. Segunda a sexta, das 8h às 20h; sábado, das 8h às 13h. Até dia 29.

Biblioteca Pública abre exposição de Eduardo Flores

 
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Biblioteca Pública abre exposição de Eduardo Flores

Artista plástico acredita que uma obra é capaz de construir o imaginário do espectador. Mostra vai até o dia 29 de novembro

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Estado de MinasPublicação:05/11/2013 10:33Atualização:05/11/2013 10:41
 (Eduardo Flores/divulgação)
'Abstrato' é o nome da exposição que o artista plástico Eduardo Flores vai apresentar até o dia 29 na Galeria Paulo Campos Guimarães, na Biblioteca Pública Estadual.

Formado pela Escola de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais, o pintor explora o diálogo entre cor e linha, destacando roxos, laranjas e verdes. Usando manchas e borrões, ele constrói seu universo cromático.

Na opinião de Eduardo, a obra de arte não deve se resumir a seu título, pois ela se constrói a partir da imaginação do espectador – processo permanente, aberto a novas descobertas.

ABSTRATO
Pintura. Obras de Eduardo Flores. Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa. Praça da Liberdade, 21, Funcionários. Segunda a sexta, das 8h às 20h; sábado, das 8h às 13h. Até dia 29.

Ensino de artes pode se tornar obrigatório na educação básica

Ensino de artes pode se tornar obrigatório na educação básica

Rádio Câmara05.11.2013 - 12h14 | Atualizado em 05.11.2013 - 12h27

Projeto altera as Leis de Diretrizes e Bases da Educação, que atualmente inclui apenas o ensino da música entre as disciplinas obrigatórias (Foto: Marcello Casal Jr./Arquivo ABr)
As artes visuais, a dança, a música e o teatro poderão fazer parte do currículo obrigatório da educação básica no Brasil. Proposta (PL7032/10) que determina a inclusão dessas disciplinas nos currículos escolares está sendo analisada na Câmara. O projeto altera as Leis de Diretrizes e Bases da Educação que atualmente inclui somente o ensino da música entre as disciplinas obrigatórias nas escolas.
A proposta, que veio do Senado, foi aprovada na Comissão de Educação. O relator na comissão, deputado Raul Henry, do PMDB de Pernambuco, explicou que a LDB já previa o ensino das artes nos currículos da educação básica, mas não especificava quais eram as "artes":
"De fato ele regulamenta uma situação que não estava regulamentada. A compreensão das artes agora esclarecida do que se trata a ideia de artes que são essas linguagens que são inclusive as linguagens em que há cursos de formação em licenciatura nas universidades do Brasil e essa era uma grande damanda das universidades dos cursos de dança, teatro e artes visuais."
Para o professor de música, Luciano Mendes, o ensino de artes vai facilitar a assimilação das outras matérias, além de manter vivo o lado criativo dos alunos. Ele acredita que a inclusão dessas matérias não vai tornar o currículo mais pesado:
"O estudo da música na escola e de artes ele não precisa ter o mesmo peso das outras matérias. Eu acho que é possível trabalhar o conteúdo de artes de uma maneira que não seja pesada para o aluno."
A proposta determina um prazo de cinco anos para que as escolas se adaptem para dar aulas de artes na educação básica. O projeto ainda vai ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça.

Tradições populares ganham vida na galeria de artes visuais a céu aberto

Tradições populares ganham vida na galeria de artes visuais a céu aberto


Marco Antonio/Secom Maceió
Guerreiros multicoloridos, rodopiar de saias de baianas e negas da costa, segredos sob o véu do Mané do rosário, explosão de cores e ditos populares na la ursa e até o som dos pífanos parecem brotar em meio a uma das principais vias urbanas de Maceió. O corredor viário que liga os bairros de Jaraguá e Pajuçara constitui a única galeria a céu aberto da cidade, um verdadeiro presente para moradores e visitantes, fruto da parceria entre a Prefeitura de Maceió e 13 talentosos artistas visuais, que concluem hoje (30) a ocupação artística do local.
Foram mais de 10 dias de trabalho desde o início da revitalização da galeria até hoje, quando os artistas Persivaldo Figueroa, Achiles Escobar, Rosivaldo Reis, Levy Paz, Mirna Maracajá, Sandra Neves, Emerson Magalhães, Adriana Jardim, Pedro Lucena, Herbert Loureiro, Edmilson Oliveira e Izael Gomes devem concluir os trabalhos na Galeria de Artes Visuais a Céu Aberto.
A curadora da ação, Marta Arruda, também é artista visual e responsável pelo projeto Alagoas Presente. Foi ela que há cerca de 15 anos deu início a primeira versão da galeria com uma ação coletiva intitulada Arte na Rua. Desde então, uma segunda edição foi apoiada pela Prefeitura de Maceió no ano de 2007, quando o tema de inspiração para os artistas foi a Cultura Afrobrasileira.
“Passados seis anos desde a última intervenção, acreditamos que era mesmo hora de renovar e dar novas oportunidades de manifestação aos artistas”, afirma.
Para Marta Arruda a galeria a céu aberto é mais que uma vitrine para os artistas locais, é uma ação de democratização do acesso às artes visuais. “Durante esses dias de trabalho temos recebido retorno dos mais diversos públicos. As pessoas passam de carro e gritam elogios, outros passam caminhando, ou de bicicleta e também demonstram gostar do que vêem”, diz.
A ação da Prefeitura, capitaneada pela Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC), está afinada com a política cultural do município, que dentre outras metas, visa garantir o acesso de todos à cultura. Segundo o presidente da FMAC, Vinicius Palmeira, manter uma galeria de artes visuais a céu aberto proporciona muito mais que o embelezamento da cidade.
“Estamos educando e sensibilizando o olhar da nossa gente para as artes visuais e ao mesmo tempo eternizando nossas tradições populares que aparecem retratadas nas obras”, explica.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

10 incríveis obras de arte que foram perdidas para sempre

10 incríveis obras de arte que foram perdidas para sempre

Uma obra de arte é considerada perdida quando fontes credíveis, como historiadores e estudiosos, provam que já existiu, mas tem sido destruída ou simplesmente não pode ser localizada em coleções particulares ou museus. Confira dez obras incríveis que foram perdidas pelas mais diversas razões:

1. O Colosso de Rodes: perdido em um terremoto

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O Colosso de Rodes era uma enorme estátua do titã grego Helios, a personificação do sol, que foi construída na cidade grega de Rhodes por Chares de Lindos entre 292 e 280 aC. Esta enorme estátua tinha quase 30 metros de altura e ficava em um alto pedestal de mármore. É considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Levou mais de doze anos para ser construída, e estendeu-se de frente com a cidade de Rhodes por mais de 56 anos até que um terremoto a deixou em centenas de pedaços.

2. “O pintor”, de Pablo Picasso: perdido em um acidente de avião

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“Le Peintre” (O Pintor), quadro do famoso artista Pablo Picasso, foi perdido no acidente do voo 111 da Swissair, em 2 de setembro de 1998. Além dessa pintura, que foi avaliada em cerca de US$ 1,5 mi (R$ 3 mi), o avião também continha quase meio bilhão de dólares (R$ 1 bi) em diamantes preciosos e outras joias. No caminho do aeroporto de Nova York a Genebra, na Suíça, os pilotos enviaram um sinal de socorro e tentaram fazer um pouso de emergência em Nova Scotia, no Canadá, quando o avião caiu no Oceano Atlântico, matando todos os 229 passageiros a bordo. Apesar de 98% do avião ter sido retirado da água, apenas cerca de 20 centímetros do trabalho de Picasso foram localizados, e nenhuma das joias.

3. Quatorze pinturas de Gustav Klimt: destruídas por nazistas

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Gustav Klimt foi um proeminente pintor austríaco cujo trabalho muitas vezes focava na forma feminina. Serena Lederer era uma rica colecionadora de arte vienense, que possuía catorze pinturas de Klimt. Lederer enviou sua coleção ao museu Immendorf Schloss, para mantê-la segura, em 1943. No entanto, ela foi perdida quando o partido nazista colocou o local em fogo, em 1945.

4. “Lírio D’Água”, de Claude Monet: destruída por incêndio

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Claude Monet, um dos fundadores do movimento impressionista francês, criou diversas pinturas de lírios d’água no começo em 1883. O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) adquiriu duas dessas pinturas em 1957, apenas para perdê-las um ano depois. Em 15 de abril de 1958, um incêndio no segundo andar do MoMA destruiu a pintura de 5,5 metros de comprimento, juntamente com uma versão menor. Aparentemente, o incêndio foi iniciado quando operários que estavam instalando um aparelho de ar condicionado fumaram perto de latas de tinta, serragem e uma lona. O fogo se espalhou rapidamente. Um trabalhador foi morto e vários bombeiros sofreram inalação de fumaça. A equipe do museu tentou corajosamente salvar as pinturas, mas entre o fogo, o dano da água e a destruição causada pelos bombeiros que trabalharam para controlar o incêndio, a maior foi considerada perda total. Durante três anos, o museu tentou restaurar a versão menor, mas esta também foi mais tarde declarada danificada além do reparo.

5. Retrato de Winston Churchill: destruído por sua esposa

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Em 1954, Graham Sutherland foi contratado para pintar um retrato de corpo inteiro de Sir Winston Churchill, o primeiro-ministro do Reino Unido, apresentado em uma cerimônia pública em seu octogésimo aniversário. Sutherland era um pintor modernista, com uma reputação por capturar o lado “real” de seus personagens. Em vez de representar Churchill de maneira imponente, Sutherland o pintou exatamente como ele se parecia, e, aparentemente, nem Churchill nem sua esposa gostaram do resultado. Após a apresentação pública em 1954, a pintura foi levada para sua casa de campo em Chartwell, mas nunca foi exibida. Não foi até a morte de Lady Churchill em 1977 que a verdade foi descoberta: ela tinha destruído a pintura logo após a entrega.

6. “Leda e o Cisne”, de Michelangelo: simplesmente desapareceu

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Esta pintura de “Leda e o Cisne” foi criada por volta de 1530 por Michelangelo. A história diz que ele deu a pintura ao seu amigo e aluno, Antonio Mini, que a levou para a França. Mini pode ter vendido a pintura, porque ela foi vista pela última vez na coleção real de Fontainebleau na década de 1530. O pintor da corte, Rosso Fiorentino, pintou uma cópia da obra, que é a única versão existente igual à de Michelangelo. Vale lembrar que esse tema foi comum durante uma época. Da Vinci possui um quadro “Leda e o Cisne”, diferente do de Michelangelo.

7. Panorama do rio Mississippi de John Banvard: cortado em pedaços

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A obra acima é outra de John Banvard. Seu grande panorama do vale do rio Mississippi, feito em 1840, foi resultado de meses viajando para cima e para baixo do rio, em um barco, desenhando a paisagem. Ele, então, transferiu os esboços para uma tela enorme. O trabalho acabado media 3,6 metros de altura por 2,4 quilômetros de comprimento. O panorama foi anunciado como a “tela de três milhas” (cerca de 5 quilômetros), um pouco de exagero, e foi levada para uma excursão em todos os Estados Unidos. No final do século 19, o panorama foi cortado em vários pedaços para armazenamento, e as peças nunca foram recuperadas.

8. “O pintor em seu caminho para o trabalho”, de Vincent Van Gogh: destruído por incêndio

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Vincent Van Gogh criou quase duas mil obras de arte em sua vida. Esta é uma de apenas seis que sabemos terem sido perdidas para sempre. A obra foi abrigada no Museu Kaiser Friedrich em Berlim, antes de ser destruída por um incêndio durante a Segunda Guerra Mundial. Como era comum a Van Gogh, essa pintura é um de seus muitos autorretratos, que mostram o artista carregando material para pintura na estrada para Montmajour, em 1888.

9. “Primavera”, de Antoine Watteau: perdida, encontrada e destruída

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Antoine Watteau foi um pintor francês do início de 1700. Cerca de 1716, Watteau pintou uma série de imagens sazonais para Pierre Crozat, entre elas Primavera, Outono, Inverno e Verão. Destas quatro pinturas, apenas uma ainda existe. “Primavera” foi redescoberta em 1964, apenas para ser destruída por um incêndio dois anos depois, e “Outono” e “Inverno” nunca foram encontradas. Aliás, outra das obras de Watteau, “La Surprise” (cerca de 1718), foi encontrada durante uma avaliação de seguros em 2007. A pintura a óleo foi vendida em leilão em 8 de julho de 2008 por 15 milhões de euros (R$ 44 mi), estabelecendo um recorde mundial para um quadro de Watteau.

10. “O Concerto” de Johannes Vermeer: roubada

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Em um dos assaltos mais famosos da história da arte, este quadro de Johannes Vermeer, avaliado em cerca de duzentos milhões de dólares (R$ 400 mi), foi a mais valiosa obra já roubada no mundo. Em 1990, dois ladrões disfarçados de policiais levaram treze peças de arte do museu Isabelle Stewart Gardener Museum, em Boston (EUA). Nenhuma das obras desaparecidas vieram à tona depois disso. “A Tempestade no Mar da Galiléia”, de Rembrandt, também foi roubada nesse dia. [Oddee]